Tricologia e investigação da queda de cabelo

Descobrir a causa da queda vem antes do tratamento. Veja como é a avaliação do couro cabeludo e quais diagnósticos são mais comuns.

Dr. André Valente aplicando tratamento no couro cabeludo

Causas mais comuns de queda de cabelo

  • Alopecia androgenética: afinamento progressivo, ligado a fatores genéticos e hormonais.
  • Eflúvio telógeno: queda difusa após febre, cirurgia, estresse intenso, parto ou carências nutricionais.
  • Alopecia areata: falhas bem delimitadas, de origem autoimune.
  • Alopecias cicatriciais: destroem o folículo e pedem diagnóstico precoce.
  • Alopecia por tração: associada a penteados e tranças muito apertados.

Como é a avaliação

O médico conversa sobre o início da queda, o histórico de saúde, medicamentos e hábitos, e examina o couro cabeludo, em alguns casos com tricoscopia. Exames de sangue entram quando ajudam a esclarecer a causa. Em situações selecionadas pode ser necessária uma biópsia.

Tratamento

O tratamento depende do diagnóstico. Pode incluir medicamentos de uso tópico ou oral, procedimentos em consultório, ajustes de rotina e tratamento de condições associadas. Alguns quadros exigem acompanhamento por meses antes de mostrar resposta, e nem todos são totalmente reversíveis.

Por que não esperar

Em alopecias cicatriciais, o atraso pode causar perda permanente de folículos. Mesmo nos outros tipos, tratar cedo costuma dar mais opções.

Conteúdo elaborado e revisado por Dr. André Valente · CRM-AL 3940 | RQE 1573 · Atualizado em 03/11/2026.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica. Resultados e condutas variam de pessoa para pessoa.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre este tema

Queda de cabelo é sempre doença?

Perder alguns fios por dia é normal. A avaliação é indicada quando a queda aumenta, dura semanas, deixa falhas ou afina o cabelo.

Vitaminas resolvem queda de cabelo?

Só ajudam quando há deficiência comprovada. Suplementos sem indicação não tratam a causa e podem ter efeitos indesejados.

Preciso fazer transplante?

Nem sempre. Muitos casos são tratados de forma clínica. O transplante é considerado depois do diagnóstico e quando há indicação.

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